transcrevo aqui o texto de uma amiga, jornalista e blogger, companheira de estágio na lusa, também ela viajante e dona de um sentido de humor mt castiço.
"i always thought that internet and globalisation will eventually empower local media. it’s easy to get the latest about the major events on the other side of the world but the easiest it is to access that information, the bigger it is the need for people to get information about their own community (and this doesn’t only apply to a certain geographic area, but rather to any group that shares a certain set of rules or values - and that kind of specialisation is where bigger media, like national newspapers, have a problem).
focusing on the geographic sense of the word ‘community’, i believe that local/regional/suburban newspaper are the ones that will survive for longer. because those local news can’t be find online - at least not yet. but even those newspapers understand the importance of taking the step into online media.
a good example is the newspaper i worked for in portugal before coming to nz: it’s a weekly regional newspaper that’s putting a lot of effort into its online content - the website is updated three times a day and all journalists (and we all know how small newsrooms are in regional newspapers) must contribute daily for the website. also, about a year ago, the newspaper decided to go one step further and start its own online television (without increasing the number of journalists, i must say). so far, it’s been quite successful and it’s fair to say that the online tv was a good move and should set an example for other local media - if you want to survive, you better embrace web 2.0.
the closeness to the community is another advantage that local newspapers have over national and international media. not only do they talk about the issues that matter to people but their offices are generally closer to the readers. and this isn’t just a minor detail. it wasn’t rare for me to have a reader coming in the newsroom just to say hello or give his 2 cents about an article - that relationship between the news producer and the news consumer is vital. the consumer (feels more like he) is a part of the proccess. that can be compared to what makes social media networks so successful - interaction - and that explains why newspapers’ websites have started allowing comments like bloggers were already doing - they realised that the readers didn’t want to be at the end of the chain and just receive the message in a passive way - they wanted to see their opinions taken into consideration.
what got me back to this subject was reading about the huffington post taking on local newspapers. that’s another very smart move and i have no doubts that it will be successful."
mais coisas muito giras e fofas de ser lerem aqui
sexta-feira, junho 27, 2008
quinta-feira, junho 26, 2008
Entrevista a Manel Cruz (Ornatos Violeta)
Aqui fica a introdução à entrevista, de duas páginas, com Manel Cruz, publicada no LABOR de hoje. Sim, esse mesmo! O Manel Cruz dos Ornatos, Pluto, Supernada, a voz de "A casa" dos Da Weasel e de tantos outros projectos... é um homem desta terra e merece todo o destaque no jornal.
Quem me conhece, pode, facilmente, imaginar a alegria de me ver concedida tal entrevista. Fiquei meia em extâse quando acabou. É incrível puder entrevistar as pessoas que nos fazem sonhar e cantar...
Para quem não me conhece imaginem que de repente vos dão uma hora com um dos vossos músicos preferidos...
Imprensa Local - IV (sim, a do José Mário Branco fez III)
Imprensa nacional - 0

"O Bandido é um somatório de muitos discos"
A primeira edição do primeiro disco a solo esgotou em duas semanas, sem publicidade. “Foge Foge Bandido” é a suma de anos de trabalho, de colaborações e individualismos. Manel Cruz ficou conhecido como vocalista dos Ornatos Violeta, mas é a solo que se sente melhor.
Nasceu em S. João da Madeira, terra à qual mantém uma ligação afectiva. Como a que mantém com as músicas que coleccionou para fazer este obra. São 80 músicas e 140 páginas de letras e ilustrações que revelam a simplicidade do homem e a complexidade do artista. A segunda edição de “Foge Foge Bandido” está agendada para Julho e terá, no máximo, 3000 exemplares. Não é uma edição de coleccionador, mas para ouvintes e leitores interessados.
O LABOR foi ao encontro do músico, letrista, artista plástico que já tem novas músicas e algumas perspectivas de concertos. Quem sabe, um na terra que o viu nascer..."
Para fãs, interessados, ornatados, loucos, descrentes, amantes ou ignorantes, aqui está a entrevista completa. bem merece uma leitura (apesar do tamanho)
Quem me conhece, pode, facilmente, imaginar a alegria de me ver concedida tal entrevista. Fiquei meia em extâse quando acabou. É incrível puder entrevistar as pessoas que nos fazem sonhar e cantar...
Para quem não me conhece imaginem que de repente vos dão uma hora com um dos vossos músicos preferidos...
Imprensa Local - IV (sim, a do José Mário Branco fez III)
Imprensa nacional - 0

"O Bandido é um somatório de muitos discos"
A primeira edição do primeiro disco a solo esgotou em duas semanas, sem publicidade. “Foge Foge Bandido” é a suma de anos de trabalho, de colaborações e individualismos. Manel Cruz ficou conhecido como vocalista dos Ornatos Violeta, mas é a solo que se sente melhor.
Nasceu em S. João da Madeira, terra à qual mantém uma ligação afectiva. Como a que mantém com as músicas que coleccionou para fazer este obra. São 80 músicas e 140 páginas de letras e ilustrações que revelam a simplicidade do homem e a complexidade do artista. A segunda edição de “Foge Foge Bandido” está agendada para Julho e terá, no máximo, 3000 exemplares. Não é uma edição de coleccionador, mas para ouvintes e leitores interessados.
O LABOR foi ao encontro do músico, letrista, artista plástico que já tem novas músicas e algumas perspectivas de concertos. Quem sabe, um na terra que o viu nascer..."
Para fãs, interessados, ornatados, loucos, descrentes, amantes ou ignorantes, aqui está a entrevista completa. bem merece uma leitura (apesar do tamanho)
mais umas fotos a trabalho
os Da Weasel tocaram em S. João da Madeira, no encerramento das festas da cidade. Mais info e fotos aqui e aqui
quarta-feira, junho 25, 2008
Não há força que detenha a Miss Lee
O texto que passo a transcrever (e que é da minha autoria "jornalística") rendeu-me um e-mail, elogioso, do senhor José Mário Branco. É seu intuito reproduzi-lo no jornal MUDAR DE VIDA. Foi com surpresa, espanto e algum orgulho que li e respondi ao e-mail. Ainda estou meia babada! aqui fica o registo
A greve feita por mulheres, na chapelaria, em 76
“Trabalho igual, salário igual”
No terceiro aniversário do Museu da Chapelaria celebram-se também os 32 anos de uma greve muito especial. “Trabalho igual, salário igual” foi o mote que levou as mulheres a fecharem a Empresa Industrial de Chapelaria durante dois dias.
A história foi contada ao LABOR por Deolinda Silva, 54 anos, antiga chapeleira. Tinha 22 anos quando, grávida de oito meses, liderou a revolta das mulheres mais jovens da fábrica. A Pequena, como era conhecida na altura, por empregados e patrões, conta a história das mulheres que queriam ganhar tanto como os homens.
Desde os 10 anos que Pequena trabalhava na costura, no acabamento. Conta que, nessa altura, “só mulheres trabalhavam no acabamento”, onde ganhavam 1900 escudos. Os homens, que trabalhavam em todas as outras secções de produção, algumas áreas pesadas e perigosas, ganhavam 2800 escudos.
Nas décadas de 60 e 70 “havia muito trabalho para a América, mas sem acabamento”, lembra Deolinda. “O trabalho na costura começou a fracassar”, então, no final da década de 60, início da década de 70, o administrador da fábrica “foi buscar as mulheres mais novas para fazer serviços de homem”. Ou seja, jovens como Deolinda, passaram da costura ou do acabamento, onde trabalhavam sentadas a colocar forros e fitas nos chapéus, para secções onde tinham que mexer em líquidos ferventes ou químicos e operar máquinas pesadas. “Era um trabalho mais porco, mais pesado”. No entanto, as mulheres a trabalharem nas secções da fula ou da afinação não ganhavam como os homens dessas secções, mas sim como as mulheres do acabamento. “A empresa tinha lucro com isto porque produzíamos o mesmo e recebíamos menos” explica Deolinda.
“Fomos pedir a diferença ao patrão, mas ele não nos dava porque éramos mulheres”, lembra.
Durante três meses as mulheres continuaram a trabalhar tanto como os homens, a receberem menos 900 escudos por mês. “Para o mês que vem é que é. Trabalho igual, salário igual”, pensavam.
Em Junho de 76, andava a Pequena grávida do filho que para o mês que vem celebra 32 anos, quando as mulheres da fábrica decidiram apertar com o administrador, três meses após a primeira abordagem. “Eu ia à frente, que assim ninguém nos fazia nada”, lembra. “Fomos ter com o senhor Ricardo e pedimos: trabalho igual, salário igual!” conta. “Senta-te Pequena”, foi a resposta que obtiveram do administrador da fábrica.
Durante quase dois dias as mulheres da Empresa Industrial de Chapelaria que não estavam no acabamento, não trabalharam, não produziram, pararam o normal funcionamento da fábrica. Fizeram greve. As mulheres reclamavam o direito que tinham a ser remuneradas da mesma maneira que os homens. A ambos eram impostas as mesmas cotas de produção (cerca de 30 chapéus por dia), o mesmo horário de trabalho e a mesma ausência de subsídio de alimentação.
“Não chegou a dois dias a greve. Foi o suficiente” para o patrão ceder às reivindicações das mulheres da fábrica. “As da costura nunca ganharam o mesmo”, refere Diolinda. Todas as outras, passariam a ganhar tanto como os homens, a quem não seriam diminuídos os salários. “Sem esta greve nunca teríamos os mesmos salários”, afirma peremptória. Passaram a ganhar 2800 escudos, menos de 15 euros actuais. “Ainda hoje é assim na Fepsa”, afirma Deolinda, referindo-se à igualdade de salários no desempenho das mesmas funções. “Fomos nós que abrimos esse caminho”. É Pequena quem fala, orgulhosa.
Depois desta greve, as reivindicações dos operários ganharam força e estes conquistaram ainda o direito ao subsídio de alimentação. “Começámos a puxar, a puxar e lá conseguimos” diz Pequena, relembrando as lutas.
“A chapelaria era uma miséria”
A citação é de Deolinda Silva, referindo-se às condições de trabalho e às diferenças salariais. O LABOR foi à procura de documentação histórica que sustentasse a opinião de Deolinda Silva. Mas para além da memória da operária nada parece ter restado. No arquivo de “O Regional”, de 8 de Maio de 1976, “Os chapeleiros em greve” é o título de uma notícia de primeira página. É referido que “os trabalhadores da indústria de chapelaria entraram em greve no dia 14 de Abril, com base em razões de ordem salarial”. Essa greve parece ter atingido as indústrias do pêlo e da lã e todos os fabricantes. Na edição do Primeiro de Janeiro, de 16 de Maio de 1976, um artigo intitulado “Surto grevista pode surgir” dá conta da dimensão da greve. Fala-se numa “manifestação convocada pelos operários chapeleiros de S. João da Madeira e que se encontram paralisados há mais de um mês”. O facto mais impressionante é descrito como um “sinal de aderência” à paralisação, em que “cerca de quatro mil pessoas oriundas do operariado e não só, apoiaram nas ruas da vila a luta dos trabalhadores chapeleiros, engrossando a manifestação”. Parece não existir registo visual ou documental desta manifestação.
“O Regional” de 22 de Maio do mesmo ano anuncia o final da greve dos chapeleiros, “por decisão dos trabalhadores”. Não ficam, no entanto, a serem conhecidas as consequências da greve, os prejuízos, nem o que lucraram os trabalhadores com isso.
Ao que tudo indica, foi nesta onda de luta por melhores condições de trabalho que as mulheres paralisaram a Empresa Industrial de Chapelaria pouco tempo depois.

Pequena, no seu posto de afinação do chapéu, onde trabalhou durante anos
A greve feita por mulheres, na chapelaria, em 76
“Trabalho igual, salário igual”
No terceiro aniversário do Museu da Chapelaria celebram-se também os 32 anos de uma greve muito especial. “Trabalho igual, salário igual” foi o mote que levou as mulheres a fecharem a Empresa Industrial de Chapelaria durante dois dias.
A história foi contada ao LABOR por Deolinda Silva, 54 anos, antiga chapeleira. Tinha 22 anos quando, grávida de oito meses, liderou a revolta das mulheres mais jovens da fábrica. A Pequena, como era conhecida na altura, por empregados e patrões, conta a história das mulheres que queriam ganhar tanto como os homens.
Desde os 10 anos que Pequena trabalhava na costura, no acabamento. Conta que, nessa altura, “só mulheres trabalhavam no acabamento”, onde ganhavam 1900 escudos. Os homens, que trabalhavam em todas as outras secções de produção, algumas áreas pesadas e perigosas, ganhavam 2800 escudos.
Nas décadas de 60 e 70 “havia muito trabalho para a América, mas sem acabamento”, lembra Deolinda. “O trabalho na costura começou a fracassar”, então, no final da década de 60, início da década de 70, o administrador da fábrica “foi buscar as mulheres mais novas para fazer serviços de homem”. Ou seja, jovens como Deolinda, passaram da costura ou do acabamento, onde trabalhavam sentadas a colocar forros e fitas nos chapéus, para secções onde tinham que mexer em líquidos ferventes ou químicos e operar máquinas pesadas. “Era um trabalho mais porco, mais pesado”. No entanto, as mulheres a trabalharem nas secções da fula ou da afinação não ganhavam como os homens dessas secções, mas sim como as mulheres do acabamento. “A empresa tinha lucro com isto porque produzíamos o mesmo e recebíamos menos” explica Deolinda.
“Fomos pedir a diferença ao patrão, mas ele não nos dava porque éramos mulheres”, lembra.
Durante três meses as mulheres continuaram a trabalhar tanto como os homens, a receberem menos 900 escudos por mês. “Para o mês que vem é que é. Trabalho igual, salário igual”, pensavam.
Em Junho de 76, andava a Pequena grávida do filho que para o mês que vem celebra 32 anos, quando as mulheres da fábrica decidiram apertar com o administrador, três meses após a primeira abordagem. “Eu ia à frente, que assim ninguém nos fazia nada”, lembra. “Fomos ter com o senhor Ricardo e pedimos: trabalho igual, salário igual!” conta. “Senta-te Pequena”, foi a resposta que obtiveram do administrador da fábrica.
Durante quase dois dias as mulheres da Empresa Industrial de Chapelaria que não estavam no acabamento, não trabalharam, não produziram, pararam o normal funcionamento da fábrica. Fizeram greve. As mulheres reclamavam o direito que tinham a ser remuneradas da mesma maneira que os homens. A ambos eram impostas as mesmas cotas de produção (cerca de 30 chapéus por dia), o mesmo horário de trabalho e a mesma ausência de subsídio de alimentação.
“Não chegou a dois dias a greve. Foi o suficiente” para o patrão ceder às reivindicações das mulheres da fábrica. “As da costura nunca ganharam o mesmo”, refere Diolinda. Todas as outras, passariam a ganhar tanto como os homens, a quem não seriam diminuídos os salários. “Sem esta greve nunca teríamos os mesmos salários”, afirma peremptória. Passaram a ganhar 2800 escudos, menos de 15 euros actuais. “Ainda hoje é assim na Fepsa”, afirma Deolinda, referindo-se à igualdade de salários no desempenho das mesmas funções. “Fomos nós que abrimos esse caminho”. É Pequena quem fala, orgulhosa.
Depois desta greve, as reivindicações dos operários ganharam força e estes conquistaram ainda o direito ao subsídio de alimentação. “Começámos a puxar, a puxar e lá conseguimos” diz Pequena, relembrando as lutas.
“A chapelaria era uma miséria”
A citação é de Deolinda Silva, referindo-se às condições de trabalho e às diferenças salariais. O LABOR foi à procura de documentação histórica que sustentasse a opinião de Deolinda Silva. Mas para além da memória da operária nada parece ter restado. No arquivo de “O Regional”, de 8 de Maio de 1976, “Os chapeleiros em greve” é o título de uma notícia de primeira página. É referido que “os trabalhadores da indústria de chapelaria entraram em greve no dia 14 de Abril, com base em razões de ordem salarial”. Essa greve parece ter atingido as indústrias do pêlo e da lã e todos os fabricantes. Na edição do Primeiro de Janeiro, de 16 de Maio de 1976, um artigo intitulado “Surto grevista pode surgir” dá conta da dimensão da greve. Fala-se numa “manifestação convocada pelos operários chapeleiros de S. João da Madeira e que se encontram paralisados há mais de um mês”. O facto mais impressionante é descrito como um “sinal de aderência” à paralisação, em que “cerca de quatro mil pessoas oriundas do operariado e não só, apoiaram nas ruas da vila a luta dos trabalhadores chapeleiros, engrossando a manifestação”. Parece não existir registo visual ou documental desta manifestação.
“O Regional” de 22 de Maio do mesmo ano anuncia o final da greve dos chapeleiros, “por decisão dos trabalhadores”. Não ficam, no entanto, a serem conhecidas as consequências da greve, os prejuízos, nem o que lucraram os trabalhadores com isso.
Ao que tudo indica, foi nesta onda de luta por melhores condições de trabalho que as mulheres paralisaram a Empresa Industrial de Chapelaria pouco tempo depois.
Pequena, no seu posto de afinação do chapéu, onde trabalhou durante anos
terça-feira, junho 24, 2008
domingo, junho 15, 2008
Carlos Barreto no LABOR

aí fica o pdf do jornal transformado em jpg para puder ser visto... não sei se dará para ser lido... mas, acho que se clicarem na imagem ela fica grande o suficiente para ser lida. mas, quem precisar de uma lupa que me contactem. repito: O melhor concerto do ano! ex-quo com a Miss Leslie FEIST
sexta-feira, junho 13, 2008
120 Pessoas
parabens aos portugueses por não esquecerem
espero que o estado português se chegue à frente e compre tudo o que houver para comprar do espólio conhecido ou não conhecido de Pessoa. E espero que seja para beve a disponibilização online desse espólio.
Parabens Fernando!
esta cabeça está no balcão do Museu da Chapelaria, em São João da Madeira!
quarta-feira, junho 11, 2008
Feist no Porto
vejam vejam aqui o que perderam ontem a noite... mais um concerto brutalíssimo... porque it could begin and end in one evening!
já não me lembrava de ver alguém a interagir tanto com o público como a dona Leslie. Amei!
já não me lembrava de ver alguém a interagir tanto com o público como a dona Leslie. Amei!
abençoada Ryan Air II
Ryanair: voos grátis do Porto
Até amanhã (à partida...), a Ryanair está em campanha de voos grátis por toda a Europa, Porto incluído. Há voos grátis da Invicta para Barcelona (Girona), Madrid e Valência, Marselha (Marseille Provence MP2) e Milão (Bérgamo - Orio al Serio). Os voos devem realizar-se entre 1 de Outubro e 31 de Janeiro (têm que ser voos depois das 12h às segundas, durante todo o dia às terças e até às 12h às quartas). Há outras condições e períodos excluídos a confirmar no site.
Os restantes voos do Porto e todos os voos de Faro estão marcados a €29,53, incluíndo os novos voos Porto - Birmingham (estreia dia 20) e Faro - Glasgow (a partir de Outubro).
esta informação está aqui
Até amanhã (à partida...), a Ryanair está em campanha de voos grátis por toda a Europa, Porto incluído. Há voos grátis da Invicta para Barcelona (Girona), Madrid e Valência, Marselha (Marseille Provence MP2) e Milão (Bérgamo - Orio al Serio). Os voos devem realizar-se entre 1 de Outubro e 31 de Janeiro (têm que ser voos depois das 12h às segundas, durante todo o dia às terças e até às 12h às quartas). Há outras condições e períodos excluídos a confirmar no site.
Os restantes voos do Porto e todos os voos de Faro estão marcados a €29,53, incluíndo os novos voos Porto - Birmingham (estreia dia 20) e Faro - Glasgow (a partir de Outubro).
esta informação está aqui
sexta-feira, junho 06, 2008
semana das artes
mais fotos a trabalho

"As Artes dão cor à Serafim Leite"

instalação/performance de alunos de artes e de design, na secundária onde eu andei (numa das...)
"As Artes dão cor à Serafim Leite"
instalação/performance de alunos de artes e de design, na secundária onde eu andei (numa das...)
quinta-feira, junho 05, 2008
só porque sim, ou São Petersburgo I
nem é tarde nem é cedo de postar as fotos da viagem que ocorreu há mais de um ano atrás. São Petersburgo, Russia - Abril de 2007

À chegada a São Petersbugo, às 7 da manhã, pique nique na rua... os freaks abastecem-se em moscovo para tomar o pequeno almoço à chegada à terra do imperador Pedro! após viagem de 8 horas num comboio com umas camas mal cheirosas e muito nepaleses e mongóis a bordo... além disso, no compartimento, aberto, onde eu ia os outros três ocupantes ressonavam que nem porcos!! e eram meus amigos...

tal como em moscovo, para chegar até ao metro é preciso descer metros e metros. Esqueçam a estação da Baixa Chiado... as descidas para o metro eram tais que nós nos sentavamos nas escadas, a descer, uns bons minutos. de baixo pa cima temos: Kêlig (fr), Christian (it), Georgios (gr), Aude (fr), Miss Lee (pt), Laura e Barbara (2xAl).

símbolo da cidade, a catederal Kazan, na Alexander Nevsky Prospekt (ou avenida)
o blogger não dá mais por hoje...nem eu!
próxima avetura: manter uma barraca de comida aberta, durante 5 dias, na "Cidade no Jardim" ou feira das associações de São João da Madeira! para mais informações é favor ler o LABOR e este blog!! ;)
À chegada a São Petersbugo, às 7 da manhã, pique nique na rua... os freaks abastecem-se em moscovo para tomar o pequeno almoço à chegada à terra do imperador Pedro! após viagem de 8 horas num comboio com umas camas mal cheirosas e muito nepaleses e mongóis a bordo... além disso, no compartimento, aberto, onde eu ia os outros três ocupantes ressonavam que nem porcos!! e eram meus amigos...
tal como em moscovo, para chegar até ao metro é preciso descer metros e metros. Esqueçam a estação da Baixa Chiado... as descidas para o metro eram tais que nós nos sentavamos nas escadas, a descer, uns bons minutos. de baixo pa cima temos: Kêlig (fr), Christian (it), Georgios (gr), Aude (fr), Miss Lee (pt), Laura e Barbara (2xAl).
símbolo da cidade, a catederal Kazan, na Alexander Nevsky Prospekt (ou avenida)
o blogger não dá mais por hoje...nem eu!
próxima avetura: manter uma barraca de comida aberta, durante 5 dias, na "Cidade no Jardim" ou feira das associações de São João da Madeira! para mais informações é favor ler o LABOR e este blog!! ;)
quinta-feira, maio 29, 2008
Nagemist Musi Musi
ontem bebi 5 minis, à noite, no café. Cheguei a casa e pensei: "5 minis... é muito para um dia de semana...5"
na Estónia, várias vezes bebia 2 cervejas antes de ir para casa, à semana. e nunca achei que fosse muito! "São só duas cervejas", pensava.
5 minis Super Bock = 2 Saku Kuld = 1 litro de cerveja viva.
serão diferenças culturais, de proporção, de percepção ou de estado de espírito?
a minha cadela morreu, ontem. É o segundo animal, de que cuido, que me morre nos braços, da mesma forma, desde que estou em Portugal... infeliz ideia a minha!
na Estónia, várias vezes bebia 2 cervejas antes de ir para casa, à semana. e nunca achei que fosse muito! "São só duas cervejas", pensava.
5 minis Super Bock = 2 Saku Kuld = 1 litro de cerveja viva.
serão diferenças culturais, de proporção, de percepção ou de estado de espírito?
a minha cadela morreu, ontem. É o segundo animal, de que cuido, que me morre nos braços, da mesma forma, desde que estou em Portugal... infeliz ideia a minha!
terça-feira, maio 27, 2008
a todos os designers gráficos e aspirantes a tal
LABOR lança concurso de design
Concurso “Um cabeçalho para o LABOR”
O jornal LABOR, com sede na Rua Camilo Castelo Branco, 200 A, São João da Madeira, leva a efeito, a partir de 23 de Maio de 2008 e até 23 de Junho de 2008 o concurso “Um cabeçalho para o LABOR”.
Quem pode concorrer
Jovens designers, estudantes ou recém licenciados na área do design.
Prémios:
O prémio a atribuir ao designer vencedor será 150 euros, uma assinatura gratuita do jornal por um ano e uma reportagem a sair no LABOR.
O Júri é constituído por:
- a equipa do LABOR
Calendário:
Os trabalhos terão de ser apresentados até ao dia 23 de Junho de 2008, via e-mail: geral@labor.pt
Os resultados serão divulgados na edição de 26 de Junho do jornal LABOR.
Inscrições:
1 - os designer interessados em participar deverão formalizar a sua inscrição, aquando da entrega da proposta, através do e-mail geral@labor.pt
2 - o designer formaliza a sua inscrição fornecendo os seguintes dados: nome; morada; código postal; data de nascimento; contacto; e-mail.
3 - A participação poderá ser em grupo ou equipa, sendo necessário que o/a mesmo/a apresente um porta-voz e defina quem receberá o prémio no caso ser vencedor/a.
Apresentação dos trabalhos
1 – os trabalhos terão de ser apresentados até ao dia 23 de Junho de 2008, no seguinte e-mail: geral@labor.pt
2 - As propostas deverão ser obrigatoriamente apresentadas em formato “eps”, podendo ser realizadas em qualquer programa de desenho.
3 - O concorrente assume perante o LABOR que o trabalho apresentado ao concurso é original e novo e que é uma criação ou reinterpretação sua, não podendo a promotora do concurso, em qualquer caso, ser responsabilizada pela infracção de direitos intelectuais de terceiros.
Descrição completa dos elementos que devem constar das propostas a apresentar (mínimo uma)
1-cabeçalho para jornal: 25,7 cm de comprimento e 5,6 cm de altura
2-data (dia, mês e ano)
3-número de edição
4-tipologia do jornal (semanário)
5-preço (0,50 euros, IVA incluído)
6-nome do director (Pedro Silva)
7-endereço do jornal online (www.labor.pt)
8-e-mail de contacto (geral@labor.pt)
9-logótipo das publicações periódicas
10-logótipo de taxa paga dos CTT
11-data e hora do fecho de edição
12-rectângulo de publicidade (4,9 cm x 5,6cm) – opcional
(para consultar os elementos supracitados aceder a www.labor.pt ou consultar uma capa do jornal.)
Avaliação dos trabalhos
1 - a selecção dos trabalhos será realizada até ao dia 25 de Junho de 2008-05-23
2 - na avaliação o júri terá em consideração o estilo, a inovação e a aplicação aos produtos.
3 - O júri é soberano na sua avaliação e não admite recursos
Atribuição de prémios
O prémio a atribuir ao designer vencedor divide-se em 3 partes: 150 euros, assinatura do jornal gratuita durante um ano, reportagem no interior do jornal.
Considerações finais
1 – O LABOR reserva-se ao direito de não aceitar as propostas que não respeitem as normas do presente regulamento.
2 – A proposta vencedora será usada no cabeçalho do jornal LABOR, em www.labor.pt, em todos os brindes publicitários bem como em envelopes e folhas timbradas. Além disso, a imagem vencedora será o novo logótipo do jornal LABOR.
3 - Os concorrentes não poderão renunciar a uma eventual utilização publicitária gratuita, global ou parcial do seu nome, imagem animada ou não, para efeitos publicitários, salvo se renunciarem ao seu prémio.
4 - O simples facto de participar implica a aceitação pura e simples do regulamento e das instruções que constam dos documentos.
Jornal LABOR,
São João da Madeira, 23 de Maio 2008
Concurso “Um cabeçalho para o LABOR”
O jornal LABOR, com sede na Rua Camilo Castelo Branco, 200 A, São João da Madeira, leva a efeito, a partir de 23 de Maio de 2008 e até 23 de Junho de 2008 o concurso “Um cabeçalho para o LABOR”.
Quem pode concorrer
Jovens designers, estudantes ou recém licenciados na área do design.
Prémios:
O prémio a atribuir ao designer vencedor será 150 euros, uma assinatura gratuita do jornal por um ano e uma reportagem a sair no LABOR.
O Júri é constituído por:
- a equipa do LABOR
Calendário:
Os trabalhos terão de ser apresentados até ao dia 23 de Junho de 2008, via e-mail: geral@labor.pt
Os resultados serão divulgados na edição de 26 de Junho do jornal LABOR.
Inscrições:
1 - os designer interessados em participar deverão formalizar a sua inscrição, aquando da entrega da proposta, através do e-mail geral@labor.pt
2 - o designer formaliza a sua inscrição fornecendo os seguintes dados: nome; morada; código postal; data de nascimento; contacto; e-mail.
3 - A participação poderá ser em grupo ou equipa, sendo necessário que o/a mesmo/a apresente um porta-voz e defina quem receberá o prémio no caso ser vencedor/a.
Apresentação dos trabalhos
1 – os trabalhos terão de ser apresentados até ao dia 23 de Junho de 2008, no seguinte e-mail: geral@labor.pt
2 - As propostas deverão ser obrigatoriamente apresentadas em formato “eps”, podendo ser realizadas em qualquer programa de desenho.
3 - O concorrente assume perante o LABOR que o trabalho apresentado ao concurso é original e novo e que é uma criação ou reinterpretação sua, não podendo a promotora do concurso, em qualquer caso, ser responsabilizada pela infracção de direitos intelectuais de terceiros.
Descrição completa dos elementos que devem constar das propostas a apresentar (mínimo uma)
1-cabeçalho para jornal: 25,7 cm de comprimento e 5,6 cm de altura
2-data (dia, mês e ano)
3-número de edição
4-tipologia do jornal (semanário)
5-preço (0,50 euros, IVA incluído)
6-nome do director (Pedro Silva)
7-endereço do jornal online (www.labor.pt)
8-e-mail de contacto (geral@labor.pt)
9-logótipo das publicações periódicas
10-logótipo de taxa paga dos CTT
11-data e hora do fecho de edição
12-rectângulo de publicidade (4,9 cm x 5,6cm) – opcional
(para consultar os elementos supracitados aceder a www.labor.pt ou consultar uma capa do jornal.)
Avaliação dos trabalhos
1 - a selecção dos trabalhos será realizada até ao dia 25 de Junho de 2008-05-23
2 - na avaliação o júri terá em consideração o estilo, a inovação e a aplicação aos produtos.
3 - O júri é soberano na sua avaliação e não admite recursos
Atribuição de prémios
O prémio a atribuir ao designer vencedor divide-se em 3 partes: 150 euros, assinatura do jornal gratuita durante um ano, reportagem no interior do jornal.
Considerações finais
1 – O LABOR reserva-se ao direito de não aceitar as propostas que não respeitem as normas do presente regulamento.
2 – A proposta vencedora será usada no cabeçalho do jornal LABOR, em www.labor.pt, em todos os brindes publicitários bem como em envelopes e folhas timbradas. Além disso, a imagem vencedora será o novo logótipo do jornal LABOR.
3 - Os concorrentes não poderão renunciar a uma eventual utilização publicitária gratuita, global ou parcial do seu nome, imagem animada ou não, para efeitos publicitários, salvo se renunciarem ao seu prémio.
4 - O simples facto de participar implica a aceitação pura e simples do regulamento e das instruções que constam dos documentos.
Jornal LABOR,
São João da Madeira, 23 de Maio 2008
abençoada Ryan Air
é talvez das piores companhias em já viajei... em termos de segurança e simpatia das aeromoças (a Tânia que me desculpe, mas nunca a apanhei a bordo)... Mas, a verdade é que a Ryan Air está a fazer uma promoção daquelas!! Até à meia noite de quinta feira é possível comprar bilhetes bem baratinhos para ir visitar os amigos! Assim,a miss traveller Lee volta ao ataque. De 19 a 22 de Junho estarei em Londres para visitar a amiga cantora! Só tenho 48 horas em Londres, pelo que agradeço a quem me puder dar dicas do que não posso mesmo perder. para os diqueiros mais fixes prometo trazer umas saquinhas de chá de terras de lá! =D
segunda-feira, maio 26, 2008
alegrias da música
o melhor concerto do ano foi este
do concerto não há fotos porque estava demasiado ocupada a abanar o pezinho e a cabeça. Mas, como sou uma moça informada dessas coisas da cultura portuguesa, lá fiz uma entrevista por antecipação ao Sr. Carlos Barretto. Além de se ter mostrado uma perssoa extremamente acessível (depois de arranjar o número de telemóvel, porque até lá é complicado) revelou-se melhor músico do que todas as críticas dizem!
Em sexteto, Carlos Barretto revelou-se um mestre da liderança, recolhendo olhares cúmplices dos seus amigos e músicos. A solo... bem, é de arrepiar. Talvez por estar na primeira fila conseguia ouvir o respirar do contrabaixo ao mesmo tempo que o do músico. ou seriam o mesmo? É isso, uma respiração só, um só bater de coração, de madeira e cordas e arco e dedos... Fabuloso!
Há muito tempo que não me contorcia toda na cadeira de um concerto dito "para gente sentada". O ritmo do contrabaixo e a loucura do Sassetti no Fender Rhodes (piano electrónico) fizeram a bela da sapatilha andar a dar a dar! adorei!
deixo-vos aqui a entrevista online. Mas, gostei mais de a ver em papel. Para o meio termo vou arranjar o pdf da página a cor (que foi publicada a preto e branco). Porque para os amantes do papel, o formato é importante, mesmo que seja digital!
esta foi a semana em que fiz uma entrevista a um grande músico português e à pala disso assisti, já vos disse?, ao melhor concerto do ano!! Em 3 semanas, duas das capas do LABOR tiveram uma fotografia disparada por mim!
Imprensa Local - II
Imprensa Nacional - 0
do concerto não há fotos porque estava demasiado ocupada a abanar o pezinho e a cabeça. Mas, como sou uma moça informada dessas coisas da cultura portuguesa, lá fiz uma entrevista por antecipação ao Sr. Carlos Barretto. Além de se ter mostrado uma perssoa extremamente acessível (depois de arranjar o número de telemóvel, porque até lá é complicado) revelou-se melhor músico do que todas as críticas dizem!
Em sexteto, Carlos Barretto revelou-se um mestre da liderança, recolhendo olhares cúmplices dos seus amigos e músicos. A solo... bem, é de arrepiar. Talvez por estar na primeira fila conseguia ouvir o respirar do contrabaixo ao mesmo tempo que o do músico. ou seriam o mesmo? É isso, uma respiração só, um só bater de coração, de madeira e cordas e arco e dedos... Fabuloso!
Há muito tempo que não me contorcia toda na cadeira de um concerto dito "para gente sentada". O ritmo do contrabaixo e a loucura do Sassetti no Fender Rhodes (piano electrónico) fizeram a bela da sapatilha andar a dar a dar! adorei!
deixo-vos aqui a entrevista online. Mas, gostei mais de a ver em papel. Para o meio termo vou arranjar o pdf da página a cor (que foi publicada a preto e branco). Porque para os amantes do papel, o formato é importante, mesmo que seja digital!
esta foi a semana em que fiz uma entrevista a um grande músico português e à pala disso assisti, já vos disse?, ao melhor concerto do ano!! Em 3 semanas, duas das capas do LABOR tiveram uma fotografia disparada por mim!
Imprensa Local - II
Imprensa Nacional - 0
sexta-feira, maio 16, 2008
os salteadores do sol
"Portugal é um bom país, com um rico sol. O único probelma são os piratas!"
a sabedoria do senhor Miguel, 82 anos, meu vizinho do lado.
a sabedoria do senhor Miguel, 82 anos, meu vizinho do lado.
quarta-feira, maio 14, 2008
das almofadas às cores
pináculo da torre da capela de Santo António, Praça Luís Ribeiro, São João da Madeira. Foto tirada, em serviço, da sala da Hora do Conto da Biblioteca Municipal de São João da Madeira.
segunda-feira, maio 12, 2008
mais uma foto de trabalho
a vida de um jornalista local tem várias características que a distinguem da vida de um jornalista que trabalhe num órgão nacional ou seja freelancer.
A uma jornalista local aconteceu ir a um serviço em que a personagem principal da informação era a jornalista que previamente estava no seu lugar. A muitos jornalistas locais acontece: perderam informação porque estão a tirar fotografias. Pois, a imprensa local não tem fotógrafos próprios... tem jornalistas polivalentes. Será que aqui melhor se aplicaria a palavra "fotojornalista"? ou esse é o gajo que faz fotografia de/para jornalismo? Então, o jornalista local que fotografa é o quê?

Salomé Pinto, presidente da Associação Cultural Teia dos Sentidos. Apresentação da associação na Biblioteca Municipal de São João da Madeira, sábado 10 de Maio.
lembram-se da fotografia dos bombeiros? uma dessa série foi primeira página. Não é a primeira capa de jornal que sai com uma fotografia minha. Mas o meu principal trabalho é escrever. gostaría de saber quantos jornalistas nacionais vêem as suas fotos na primeira página do seu jornal... até para fotógrafos em início de carreira nacional é difícil...
Imprensa local - 1
Imprensa Nacional - 0
A uma jornalista local aconteceu ir a um serviço em que a personagem principal da informação era a jornalista que previamente estava no seu lugar. A muitos jornalistas locais acontece: perderam informação porque estão a tirar fotografias. Pois, a imprensa local não tem fotógrafos próprios... tem jornalistas polivalentes. Será que aqui melhor se aplicaria a palavra "fotojornalista"? ou esse é o gajo que faz fotografia de/para jornalismo? Então, o jornalista local que fotografa é o quê?
Salomé Pinto, presidente da Associação Cultural Teia dos Sentidos. Apresentação da associação na Biblioteca Municipal de São João da Madeira, sábado 10 de Maio.
lembram-se da fotografia dos bombeiros? uma dessa série foi primeira página. Não é a primeira capa de jornal que sai com uma fotografia minha. Mas o meu principal trabalho é escrever. gostaría de saber quantos jornalistas nacionais vêem as suas fotos na primeira página do seu jornal... até para fotógrafos em início de carreira nacional é difícil...
Imprensa local - 1
Imprensa Nacional - 0
sexta-feira, maio 09, 2008
A festa das peregrinas

quando os amiguinhos se juntam para fazer o convite de uma festa de anos é isto que pode acontecer... eh eh eh
ah!! e feliz dia da Europa!
terça-feira, maio 06, 2008
Miss-trabalhadora-Lee
Pois é... desta vez a razaão da minha ausência tem uma razão de ser bastante forte. Comecei a trabalhar, a bulir, a picar o boi...
aqui a menina está de volta ao activo jornalístico! Podem confirmá-lo aqui
além disso, só deixar-vos a par das minhas festas de anos...
no Porto, jantar e a bela da aula de aeróbica no Maré Alta...adorei!
uma semana depois fui convidada para o que era suposto ser um jantar de despedida do maninho Zuzu (que rumou a Angola. Sem maca, ya?). e foi um jantar de despedida, até se apagarem as luzes e um super mega bolo de chocolate maravilhoso aparecer num carrinho rodeado de balões. O povo começou a cantar os parabéns e eu tb... "Quem é que faz anos?" ainda perguntei antes de me aperceber que tinha sido eu! Como na semana anterior os meus amiguinhos sanjoanenses não foram a melhor companhia de festa, decidiram redimir-se com uma festa surpresa ou disfarçada! Foi lindo! o bolo estava delicioso, não suspeitei de nada... foi perfeito! Agradeço às amiguinhas e amiguinhos que tiveram a ideia e à empregada da Cati que fez o bolo... =)
e é assim que se vai passando o tempo... aproveitando a chuva e as abertas para ir à praia. Já esfolei, já molhei o pezinho e tal... me gusta la Primavera!
e para que não duvidem de que tenho mesmo andado a trabalhar, aqui ficam duas provas de um serviço ao sábado à tarde! Os bombeiros voluntários sanjoanenses fizeram um exercício de demonstração de força... impressionante! eu só tinha que tirar fotos =)

aqui vê-se a equipa de salvamento a subir a um dos mais emblemático edifícios da cidade. é de referir que este edifício tem 20 andares, creio. Alguns do topo estão habitados. No entanto, os bombeiros não têm como lá chegar acima... nem abaixo, já que as caves do edifício estão podres e reza a lenda que se vão enterrando na areia...

e de lá de cima (4 ou 5 andar) mandaram umas pessoas cá para baixo... o que andou nesta maca deve ter curtido... (relembro o carácter demonstrativo do exercício. nenhuma pessoa ou animal foi maltratado durante a realização do exercício)
**
aqui a menina está de volta ao activo jornalístico! Podem confirmá-lo aqui
além disso, só deixar-vos a par das minhas festas de anos...
no Porto, jantar e a bela da aula de aeróbica no Maré Alta...adorei!
uma semana depois fui convidada para o que era suposto ser um jantar de despedida do maninho Zuzu (que rumou a Angola. Sem maca, ya?). e foi um jantar de despedida, até se apagarem as luzes e um super mega bolo de chocolate maravilhoso aparecer num carrinho rodeado de balões. O povo começou a cantar os parabéns e eu tb... "Quem é que faz anos?" ainda perguntei antes de me aperceber que tinha sido eu! Como na semana anterior os meus amiguinhos sanjoanenses não foram a melhor companhia de festa, decidiram redimir-se com uma festa surpresa ou disfarçada! Foi lindo! o bolo estava delicioso, não suspeitei de nada... foi perfeito! Agradeço às amiguinhas e amiguinhos que tiveram a ideia e à empregada da Cati que fez o bolo... =)
e é assim que se vai passando o tempo... aproveitando a chuva e as abertas para ir à praia. Já esfolei, já molhei o pezinho e tal... me gusta la Primavera!
e para que não duvidem de que tenho mesmo andado a trabalhar, aqui ficam duas provas de um serviço ao sábado à tarde! Os bombeiros voluntários sanjoanenses fizeram um exercício de demonstração de força... impressionante! eu só tinha que tirar fotos =)
aqui vê-se a equipa de salvamento a subir a um dos mais emblemático edifícios da cidade. é de referir que este edifício tem 20 andares, creio. Alguns do topo estão habitados. No entanto, os bombeiros não têm como lá chegar acima... nem abaixo, já que as caves do edifício estão podres e reza a lenda que se vão enterrando na areia...
e de lá de cima (4 ou 5 andar) mandaram umas pessoas cá para baixo... o que andou nesta maca deve ter curtido... (relembro o carácter demonstrativo do exercício. nenhuma pessoa ou animal foi maltratado durante a realização do exercício)
**
quinta-feira, abril 10, 2008
Parabéns para mim!!!
é hoje que faço 1/4 de século! Já me desejaram que fizesse os trestantes 3/4... bueno!
a todos os que se lembraram: muito obrigada! A quem ainda não se lembrou: restam 12 horas para limpar o vosso nome!
eu gosto de fazer anos!
ontem, cantaram-me os parabéns em Romeno, Húngaro, Alemão e Turco. Foi muito bom!
=D
a todos os que se lembraram: muito obrigada! A quem ainda não se lembrou: restam 12 horas para limpar o vosso nome!
eu gosto de fazer anos!
ontem, cantaram-me os parabéns em Romeno, Húngaro, Alemão e Turco. Foi muito bom!
=D
segunda-feira, abril 07, 2008
Brit spies confirm Dalai Lama's report of staged violence
Canada Free Press[Friday, March 21, 2008 10:20]
By Gordon Thomas
London, March 20 - Britain's GCHQ, the government communications agency that electronically monitors half the world from space, has confirmed the claim by the Dalai Lama that agents of the Chinese People's Liberation Army, the PLA, posing as monks, triggered the riots that have left hundreds of Tibetans dead or injured.

GCHQ analysts believe the decision was deliberately calculated by the Beijing leadership to provide an excuse to stamp out the simmering unrest in the region, which is already attracting unwelcome world attention in the run-up to the Olympic Games this summer.
For weeks there has been growing resentment in Lhasa , Tibet 's capital, against minor actions taken by the Chinese authorities.
Increasingly, monks have led acts of civil disobedience, demanding the right to perform traditional incense burning rituals. With their demands go cries for the return of the Dalai Lama, the 14th to hold the high spiritual office.
Committed to teaching the tenets of his moral authority---peace and compassion---the Dalai Lama was 14 when the PLA invaded Tibet in 1950 and he was forced to flee to India from where he has run a relentless campaign against the harshness of Chinese rule.
But critics have objected to his attraction to film stars. Newspaper magnate Rupert Murdoch has called him: 'A very political monk in Gucci shoes.'
Discovering that his supporters inside Tibet and China would become even more active in the months approaching the Olympic Games this summer, British intelligence officers in Beijing learned the ruling regime would seek an excuse to move and crush the present unrest.
That fear was publicly expressed by the Dalai Lama. GCHQ's satellites, geo-positioned in space, were tasked to closely monitor the situation.
The doughnut-shaped complex, near Cheltenham racecourse, is set in the pleasant Cotswolds in the west of England . Seven thousand employees include the best electronic experts and analysts in the world. Between them they speak more than 150 languages. At their disposal are 10,000 computers, many of which have been specially built for their work.
The images they downloaded from the satellites provided confirmation the Chinese used agent provocateurs to start riots, which gave the PLA the excuse to move on Lhasa to kill and wound over the past week.
What the Beijing regime had not expected was how the riots would spread, not only across Tibet , but also to Sichuan , Quighai and Gansu provinces, turning a large area of western China into a battle zone.
The Dalai Lama has called it 'cultural genocide' and has offered to resign as head of the protests against Chinese rule in order to bring peace. The current unrest began on March 10, marking the anniversary of the 1959 Uprising against Chinese rule.
However, his followers are not listening to his 'message of compassion.' Many of them are young, unemployed and dispossessed and reject his philosophy of non-violence, believing the only hope for change is the radical action they are now carrying out.
For Beijing , the urgent need to find a solution to the uprising is one of growing embarrassment. In two weeks time, the national celebrations for the Olympic Games start with the traditional torch relay. The torch bearers are scheduled to pass through Tibet . But the torch could find itself being carried by runners past burning buildings and temples.
A sign of this urgency is that the Chinese prime minister has now said he is prepared to hold talks with the Dalai Lama. Just before this announcement, Britain 's Prime Minister Gordon Brown declared he would meet the Dalai Lama, who is to visit London next month. This is the first time either leader has proposed to meet the Dalai Lama.
Tenzin Wangmo DUNCHU (Ms.)
Coordinator
BUREAU DU TIBET (EU Coordnation Office)
Avenue des Arts 24
1000 Brussels
Tel. +32 2 280 49 22
Fax. +32 2 280 29 44
tibetbrussels@tibet.com
www.bluetibet.be, www.tibet.net
ESTE BLOG É PELA LIBERDADE DE EXPRESSÃO, ASSOCIAÇÃO E PENSAMENTO. ESTE BLOG É PELO DIREITO À CIDADANIA E A TER UMA PÁTRIA. ESTE BLOG É CONTRA INVASÕES, OCUPAÇÕES OU SUPRESSÕES DE UNS PAÍSES PELOS OUTROS. ESTE BLOG APOIA AS CAUSAS DE IDENTIDADE NACIONAL, DE FORMA MODERADA. ESTE É O BLOG DE UMA CIDADÃ EUROPEIA
By Gordon Thomas
London, March 20 - Britain's GCHQ, the government communications agency that electronically monitors half the world from space, has confirmed the claim by the Dalai Lama that agents of the Chinese People's Liberation Army, the PLA, posing as monks, triggered the riots that have left hundreds of Tibetans dead or injured.

GCHQ analysts believe the decision was deliberately calculated by the Beijing leadership to provide an excuse to stamp out the simmering unrest in the region, which is already attracting unwelcome world attention in the run-up to the Olympic Games this summer.
For weeks there has been growing resentment in Lhasa , Tibet 's capital, against minor actions taken by the Chinese authorities.
Increasingly, monks have led acts of civil disobedience, demanding the right to perform traditional incense burning rituals. With their demands go cries for the return of the Dalai Lama, the 14th to hold the high spiritual office.
Committed to teaching the tenets of his moral authority---peace and compassion---the Dalai Lama was 14 when the PLA invaded Tibet in 1950 and he was forced to flee to India from where he has run a relentless campaign against the harshness of Chinese rule.
But critics have objected to his attraction to film stars. Newspaper magnate Rupert Murdoch has called him: 'A very political monk in Gucci shoes.'
Discovering that his supporters inside Tibet and China would become even more active in the months approaching the Olympic Games this summer, British intelligence officers in Beijing learned the ruling regime would seek an excuse to move and crush the present unrest.
That fear was publicly expressed by the Dalai Lama. GCHQ's satellites, geo-positioned in space, were tasked to closely monitor the situation.
The doughnut-shaped complex, near Cheltenham racecourse, is set in the pleasant Cotswolds in the west of England . Seven thousand employees include the best electronic experts and analysts in the world. Between them they speak more than 150 languages. At their disposal are 10,000 computers, many of which have been specially built for their work.
The images they downloaded from the satellites provided confirmation the Chinese used agent provocateurs to start riots, which gave the PLA the excuse to move on Lhasa to kill and wound over the past week.
What the Beijing regime had not expected was how the riots would spread, not only across Tibet , but also to Sichuan , Quighai and Gansu provinces, turning a large area of western China into a battle zone.
The Dalai Lama has called it 'cultural genocide' and has offered to resign as head of the protests against Chinese rule in order to bring peace. The current unrest began on March 10, marking the anniversary of the 1959 Uprising against Chinese rule.
However, his followers are not listening to his 'message of compassion.' Many of them are young, unemployed and dispossessed and reject his philosophy of non-violence, believing the only hope for change is the radical action they are now carrying out.
For Beijing , the urgent need to find a solution to the uprising is one of growing embarrassment. In two weeks time, the national celebrations for the Olympic Games start with the traditional torch relay. The torch bearers are scheduled to pass through Tibet . But the torch could find itself being carried by runners past burning buildings and temples.
A sign of this urgency is that the Chinese prime minister has now said he is prepared to hold talks with the Dalai Lama. Just before this announcement, Britain 's Prime Minister Gordon Brown declared he would meet the Dalai Lama, who is to visit London next month. This is the first time either leader has proposed to meet the Dalai Lama.
Tenzin Wangmo DUNCHU (Ms.)
Coordinator
BUREAU DU TIBET (EU Coordnation Office)
Avenue des Arts 24
1000 Brussels
Tel. +32 2 280 49 22
Fax. +32 2 280 29 44
tibetbrussels@tibet.com
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féta é féta (transcrição de e-mail)
amiguinhos,
como sabem, esta semana, faço 1/4 de século.
Se não sabiam anotem na agenda e façam boa figura!
para os festejos convido-vos para uma bela janta no Porto, sábado
(12). será num restaurante algure entre a Rua de Cedofeita e a
Cordoaria. Assim que tiver cordenadas comunico. Para já podemos marcar
o ponto e encontro para as 20h00, no Piolho. Estejam atentos à vossa
caixa de entrada, porque durante a semana vou dando indicações.
mas o jantar é a parte menos importante... a verdadeira festa será no
dance floor!!
para os electrozeiros proponho a festa na Casa da Música
e para os drumzeiros proponho a festa do Maré Alta.

adivinhem onde vou... a da Casa da Música é só para enganar... para
dar uma alternativa!
é assim, amiguinhos! agradecia que se esforçassem por vir! roubem
guito às avós, asaltem a caixa das esmolas, cantem no metro, etc...
mas apareçam! se não quiserem vir jantar venham à festa. Se não
quiserem vir à festa, venham jantar!! =)
eu vou comunicando... e vocês comuniquem também! Que venham quer não
venham, comuniquem, ok?
beijinhos e abracinhos
Lee
como sabem, esta semana, faço 1/4 de século.
Se não sabiam anotem na agenda e façam boa figura!
para os festejos convido-vos para uma bela janta no Porto, sábado
(12). será num restaurante algure entre a Rua de Cedofeita e a
Cordoaria. Assim que tiver cordenadas comunico. Para já podemos marcar
o ponto e encontro para as 20h00, no Piolho. Estejam atentos à vossa
caixa de entrada, porque durante a semana vou dando indicações.
mas o jantar é a parte menos importante... a verdadeira festa será no
dance floor!!
para os electrozeiros proponho a festa na Casa da Música
e para os drumzeiros proponho a festa do Maré Alta.

adivinhem onde vou... a da Casa da Música é só para enganar... para
dar uma alternativa!
é assim, amiguinhos! agradecia que se esforçassem por vir! roubem
guito às avós, asaltem a caixa das esmolas, cantem no metro, etc...
mas apareçam! se não quiserem vir jantar venham à festa. Se não
quiserem vir à festa, venham jantar!! =)
eu vou comunicando... e vocês comuniquem também! Que venham quer não
venham, comuniquem, ok?
beijinhos e abracinhos
Lee
quinta-feira, março 27, 2008
a visita da Rasteirinha (II)
continuando com a visita da Rasteirinha, ainda em Saaremaa, parámos num vilarejo que é conhecido por ser: "uma das mais bem conservadas aldeias da Estónia", Koguva

Koguva é conhecida pela sua arquitectura, de telhados de colmo resistentes à neve. São, no mínimo, impressionantes estas casa. E sim, ainda são habitadas!!
e agora, as pessoas!

eu e a Rasteirinha, no fim da viagem, do dia de tempestade... Depois de conduzir quase 700 km tinha os olhos raiados de sangue... Mas, nenhuma desculpa é suficiente para escapar a uma cervejinha!!! Afinal, estava feliz. Exausta, mas feliz. Foi um dia de muita risota, frio, bonitas imagens, fortes abraços...

como a Rasteirinha gosta, tanto ou mais do que eu, de cozinhar, metemos mãos à obra e fixemos uma janta para os mais íntimos, e depois abrimos as portas de casa aos restantes. Esta foto é do momento em que o meu quarto se transformou num dance floor! Durou pouco, no entanto. O nosso vizinho do lado, o que tinha a mania que cantava ópera fez o favor de nos mandar calar...

a Rasteira e os franceses, Maria e June (e a minha barriga em fundo!)

eu, a Rasteirinha, a Katrin e a Dorota. Acho que o tamanho dos sorrisos fala por si!

e uma das últimas fotos que tenho cm a Lena, ucraniana... que falta que esta miúda me faz... é tudo! para breve fotos da minha festa de despedida!

Koguva é conhecida pela sua arquitectura, de telhados de colmo resistentes à neve. São, no mínimo, impressionantes estas casa. E sim, ainda são habitadas!!
e agora, as pessoas!

eu e a Rasteirinha, no fim da viagem, do dia de tempestade... Depois de conduzir quase 700 km tinha os olhos raiados de sangue... Mas, nenhuma desculpa é suficiente para escapar a uma cervejinha!!! Afinal, estava feliz. Exausta, mas feliz. Foi um dia de muita risota, frio, bonitas imagens, fortes abraços...

como a Rasteirinha gosta, tanto ou mais do que eu, de cozinhar, metemos mãos à obra e fixemos uma janta para os mais íntimos, e depois abrimos as portas de casa aos restantes. Esta foto é do momento em que o meu quarto se transformou num dance floor! Durou pouco, no entanto. O nosso vizinho do lado, o que tinha a mania que cantava ópera fez o favor de nos mandar calar...

a Rasteira e os franceses, Maria e June (e a minha barriga em fundo!)

eu, a Rasteirinha, a Katrin e a Dorota. Acho que o tamanho dos sorrisos fala por si!

e uma das últimas fotos que tenho cm a Lena, ucraniana... que falta que esta miúda me faz... é tudo! para breve fotos da minha festa de despedida!
quarta-feira, março 12, 2008
a visita da Rasteirinha
hoje ia começar a postar as fotografias e os comentários relativos à Suíça, mas encontrei um set de fotos, já arranjadinhas e prontas a postar, ainda da Estónia. São da visita da Ana, Pokemuncia, Rasteirinha, como queiram. São de Outubro ou Novembro, não me lembro bem! Foi uma semana de muita vodka e risadas!!

Tal como na visita que recebi em Maio, juntei-me a uns franceses e fomos passear a uma ilha. desta feita fomos à maior ilha da Estónia - Saaremaa
o mais fantástico foi que escolhemos um dia de tempestade para fazer a viagem... apanhámos ventos ciclónicos, tivemos muiiiito frio, mas foi brutal! então da esquerda para a direita temos o Thomas (que dispensa apresentações neste blog) e a sua irmã, Marie. Depois à minha direita o June (amigo da Marie. estavam os dois de visita), eu e a Rasteirinha.

uma vista do castelo de Saaremaa.

a floresta. é curioso ver a formação do tronco das árvores. como não percebo muito de árvores, não sei se são sempre assim, en todo o lado. mas com o vento que estava parecia que tinham sido entortadas no momento.

o momento em que vi ondas na Estónia... foi a primeira e última vez que vi ondas no mar Báltico!! volto a referir o ventos ciclónicos...

Saaremaa é conhecida pelos seus moínhos de vento que ilustram as garrafas de cerveja e de vodka produzidas na ilha. de referir que, em termos de vodka, é das melhores da Estónia! por falar nisso, o site da Saaremma vodka é bem giro! especilmente os anúncios para tv que estão na secção de media.
até já

Tal como na visita que recebi em Maio, juntei-me a uns franceses e fomos passear a uma ilha. desta feita fomos à maior ilha da Estónia - Saaremaa
o mais fantástico foi que escolhemos um dia de tempestade para fazer a viagem... apanhámos ventos ciclónicos, tivemos muiiiito frio, mas foi brutal! então da esquerda para a direita temos o Thomas (que dispensa apresentações neste blog) e a sua irmã, Marie. Depois à minha direita o June (amigo da Marie. estavam os dois de visita), eu e a Rasteirinha.

uma vista do castelo de Saaremaa.

a floresta. é curioso ver a formação do tronco das árvores. como não percebo muito de árvores, não sei se são sempre assim, en todo o lado. mas com o vento que estava parecia que tinham sido entortadas no momento.

o momento em que vi ondas na Estónia... foi a primeira e última vez que vi ondas no mar Báltico!! volto a referir o ventos ciclónicos...

Saaremaa é conhecida pelos seus moínhos de vento que ilustram as garrafas de cerveja e de vodka produzidas na ilha. de referir que, em termos de vodka, é das melhores da Estónia! por falar nisso, o site da Saaremma vodka é bem giro! especilmente os anúncios para tv que estão na secção de media.
até já
quarta-feira, março 05, 2008
wroclaw, as fotos (X)
dois postais de Wroclaw, dos quais muito me orgulho


e da Polónia é tudo! Adorei Wroclaw, espero voltar.


e da Polónia é tudo! Adorei Wroclaw, espero voltar.
wroclaw, as fotos (IX)

a Ópera e os seus belos lustres

um anúncio que os tugas curtiríam. em polaco, "Pila" significa qualquer coisa como cortante.

a praça principal, onde fica o espectacular da câmara municipal

mais uma igreja
wroclaw, as fotos (VIII)
da cidade


numa das principais avenidas está esta estátua de várias pessoas a saírem do chão. representa o povo a saír do sufoco da opressão comunista e representa os comunistas e lutadores da liberdade a saírem da clandestinidade. muito bom


duas belas igrejas

o mercado das flores, tal como na Estónia: aberto 24h por dia


numa das principais avenidas está esta estátua de várias pessoas a saírem do chão. representa o povo a saír do sufoco da opressão comunista e representa os comunistas e lutadores da liberdade a saírem da clandestinidade. muito bom


duas belas igrejas

o mercado das flores, tal como na Estónia: aberto 24h por dia
terça-feira, março 04, 2008
Wroclaw, as fotos (VII)
bem, em qualquer intercâmbio ou seminário que se preze há sempre uma noite internacional... em que a malta

dança

e apresenta uns quitutes lá da terrinha

mas a malta vai lá é para trabalhar!!!
isto era o que tinha a mostrar do seminário... no próximo post a cidade e as suas particularidades!

dança

e apresenta uns quitutes lá da terrinha

mas a malta vai lá é para trabalhar!!!
isto era o que tinha a mostrar do seminário... no próximo post a cidade e as suas particularidades!
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